14.11.06

A volta dos que não foram

Acreditem se puderem: a essa altura do campeonato, eu ainda me meto a tocar não só em uma, mas em duas bandas. É um treco que dá trabalho, gera perrengues, cria despesas, mas é divertido e eu tenho necessidade mesmo. Fora o Coquetel Acapulco, que logo logo solta seu EP novinho em folha por aí, agora tem também a Dinamáquina.

Que, pra quem não sabe, é uma banda onde eu já estive, que se formou a partir de uma outra banda em que eu também já toquei. Nunca deixei de gostar dos caras nem do som; na época, acabei saindo por problemas mais, ahn, logísticos. Mas que agora estão superados.

Nesse tempinho de minha ausência, a banda tocou pouco, mas chegou até a ter uma música selecionada entre as finalistas do concurso B de Banda, do Jornal do Brasil. E agora a gente volta a tocar este sábado, no sarau do Pedro II.

Como eu sou um cara que sempre ouviu gente bastante diferente entre si - já aconteceu de sair de uma loja de CDs levando um do Adoniran Barbosa e outro dos Replicantes -, pra mim é legal estar com eles de novo. É uma banda que dá margem a misturar muita coisa, e sem deixar elas tão subentendidas assim. No show tem punk, samba, reggae, surf, ska e outras coisas pelo meio.

Então: é esse sábado, a partir das 17h, no CPII do Humaitá. Ingresso antecipado, pra quem quiser e falar logo, é 4 reais só. E é só o (re)começo.

Nenhum comentário: